Um paciente masculino de 10 anos chega ao consultório psiquiátrico encaminhado pelo médico de família. Ao exame, o menino apresenta contrações rápidas e involuntárias de pescoço, faz caretas, franze a testa, e por vezes, emite sons que se assemelham a latidos. A mãe informa que o quadro começou com piscadas repetitivas há cerca de três anos, e que ele parecia não ter consciência disso. Recentemente houve piora do quadro, após reinício do período escolar. A hipótese diagnóstica é