Segundo Iamamoto, é correto afirmar:
A profissão tem olhado menos para a sociedade e mais para o Estado, levando a crer na hipótese de que as reflexões sobre o fazer profissional tem priorizado a análise da intervenção do Estado, via políticas sociais públicas, enquanto o olhar para a sociedade, para o movimento das classes sociais, tem sido relegado a uma posição relativamente secundária no debate do Serviço Social.