João, servidor público municipal de Porto Alegre, foi denunciado pelo Ministério
Público pela prática do crime de corrupção. A denúncia foi recebida pelo Juízo, que determinou a
citação do réu para apresentação de defesa. Em sua defesa, João sustentou a nulidade do feito, uma
vez que não houve instauração de inquérito policial e investigação prévia, já que a denúncia se baseou
em outros elementos de prova levados a conhecimento do Ministério Público de forma direta. No
mérito, a defesa apresentou provas, as quais foram declaradas ilícitas pelo Juízo, que determinou o
seu desentranhamento dos autos, já que foram produzidas de forma unilateral pela defesa do acusado
sem a observância da devida cadeia de custódia. Quando interrogado em Juízo, o réu se valeu do
direito constitucional ao silêncio. Considerando o caso hipotético acima descrito e o que está expresso
no Código de Processo Penal Brasileiro, analise as assertivas abaixo:
I. Não há nulidade no feito, já que o inquérito policial é dispensável, pois é de caráter informativo.
II. Provas ilícitas deverão ser admitidas quando favoráveis à defesa ou à acusação.
III. O silêncio do acusado não importará confissão, mas poderá constituir elemento para a formação do convencimento do juiz.
Quais estão corretas?
I. Não há nulidade no feito, já que o inquérito policial é dispensável, pois é de caráter informativo.
II. Provas ilícitas deverão ser admitidas quando favoráveis à defesa ou à acusação.
III. O silêncio do acusado não importará confissão, mas poderá constituir elemento para a formação do convencimento do juiz.
Quais estão corretas?