“A sala de aula é o termômetro pelo qual se mede o grau de febre das crises educacionais e é nesse micro espaço que as mudanças do ensino verdadeiramente se efetivam ou fracassam. Embora a palavra de ordem seja melhorar o nosso ensino, em todos os seus níveis, o que verificamos quase sempre é que ainda predominam formas de organização do trabalho escolar que não se alinham na direção de uma escola de qualidade para todos os alunos.
Se quisermos, de fato, transformar nossas escolas, a questão central, a nosso ver, é: De que qualidade estamos falando, quando nos referimos a essas transformações?” (MANTOAN, 2008).
Das expressões abaixo uma NÃO corresponde à qualidade inclusiva: