Texto
A decisão de gastar é, fundamentalmente, uma decisão política. O administrador elabora um plano de ação, descreve-o no orçamento, aponta os meios disponíveis para seu atendimento e efetua o gasto. A decisão política já vem inserta no documento solene de previsão de despesas. Dependendo das convicções políticas, religiosas, sociais, ideológicas, o governante elabora seu plano de gastos. Daí a variação que pode existir de governo para governo, inclusive diante das necessidades emergentes. As opções podem variar: hospital, maternidade, posto de puericultura, escolas, rodovias, aquisição de veículos, contratação de pessoal etc.
Uma vez estabelecidas as prioridades, mediante autorização legislativa (aprovação da lei orçamentária ou de créditos especiais e complementares), opera-se a despesa (saída de dinheiro) pelas formas estabelecidas em lei e que serão adiante analisadas.
OLIVEIRA, Regis Fernandes de & HORVATH, Estevão. Manual de direito financeiro. 6 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003, p. 83.
Escreva ( C ) para certo e ( E ) para errado.
( ) O verbo inserir apresenta duas possibilidades de particípio: inserto(a) ou inserido(a).
( ) No segundo período do texto, os pronomes o (descreve-o) e seu (seu atendimento), devidamente sublinhados, referem-se a “plano de ação”.
( ) Em “previsão de despesas” (linhas 2 e 3), a expressão sublinhada pode ser classificada como objeto indireto.
( ) Em “opera-se a despesa” (linha 7), o se é partícula expletiva.
( ) A última oração do Texto está na voz passiva.
A seqüência correta, de cima para baixo, é: