Leia o texto a seguir:
O plágio em sua definição mais simples é a ação de copiar obras alheias atribuindo-as como próprias. Isto viola o direito de paternidade da obra, que, além disso, é um dos direitos morais. No ambiente acadêmico é considerado falta ética e sujeito a sanções, incluso a expulsão.
Na indústria editorial não é necessariamente um crime, mas é uma falta de ética grave, quando são incluídas partes de obras alheias sem indicar explicitamente a origem, e não são usadas aspas delimitando o texto, ou sem ser citada a fonte original. Graças ao amplo uso de computadores e à Internet, hoje em dia é muito mais fácil se apropriar de trechos de obras alheias (cut & paste), tanto no campo da ciência como em outras áreas tais como o jornalismo, redação de projetos, trabalhos de estudantes, relatórios, etc.
A detecção do plágio nos trabalhos acadêmicos enviados para publicar é uma atividade crítica no processo editorial. Graças também ao amplo uso dos computadores, bases de dados, Internet, e software adequado, é possível dispor de ferramentas para detectar o plágio.
(SPINAK, Ernesto. Ética editorial e o problema do plágio. Disponível em: http://blog.scielo.org/blog/2013/10/02/etica-editorial-e-o-problema-do-plagio/#.UzQ8yfldWSo. Acesso em 22 mar 2014)
Com base no texto acima, e nos conhecimentos sobre ética e responsabilidade na produção editorial, é correto afirmar: