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Leia o texto a seguir:
O plágio em sua definição mais simples é a ação de copiar obras alheias atribuindo-as como próprias. Isto viola o direito de paternidade da obra, que, além disso, é um dos direitos morais. No ambiente acadêmico é considerado falta ética e sujeito a sanções, incluso a expulsão.
Na indústria editorial não é necessariamente um crime, mas é uma falta de ética grave, quando são incluídas partes de obras alheias sem indicar explicitamente a origem, e não são usadas aspas delimitando o texto, ou sem ser citada a fonte original. Graças ao amplo uso de computadores e à Internet, hoje em dia é muito mais fácil se apropriar de trechos de obras alheias (cut & paste), tanto no campo da ciência como em outras áreas tais como o jornalismo, redação de projetos, trabalhos de estudantes, relatórios, etc.
A detecção do plágio nos trabalhos acadêmicos enviados para publicar é uma atividade crítica no processo editorial. Graças também ao amplo uso dos computadores, bases de dados, Internet, e software adequado, é possível dispor de ferramentas para detectar o plágio.
(SPINAK, Ernesto. Ética editorial e o problema do plágio. Disponível em: http://blog.scielo.org/blog/2013/10/02/etica-editorial-e-o-problema-do-plagio/#.UzQ8yfldWSo. Acesso em 22 mar 2014)
Com base no texto acima, e nos conhecimentos sobre ética e responsabilidade na produção editorial, é correto afirmar:
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O ISBN - Número Internacional Padronizado para Livros (International Standard Book Number) é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição.
O ISSN - Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (International Standard Serial Number) é o identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada, tornando-o único e definitivo.
No Brasil, as instituições responsáveis pelo fornecimento de ISBN e ISSN são respectivamente:
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São características da impressão offset tradicional:
1. Oferecer qualidade de impressão alta.
2. Reproduzir ilustrações com alta definição.
3. Oferecer economia de escala.
4. Oferecer baixo custo unitário.
Estão corretos os itens:
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Leia o texto a seguir sobre John Baskerville, um inglês que viveu no século XVIII:
Baskerville é reconhecido como o primeiro designer puro de tipos, diferenciando-se daqueles que eram também talhadores de punções (o talhador de punções de Baskerville foi John Handy). Ele é considerado um dos primeiros designers de tipos a criar e a refinar as formas de suas letras desenhando-as primeiramente no papel em vez de talhar diretamente os punções no metal. Baskerville considerava os objetivos, as possibilidades e as limitações de todo o processo de impressão durante o desenho de uma face de tipo. [...] Perfeccionista, ele procurou uma superfície de impressão mais suave e acabou desenvolvendo o primeiro papel acetinado. Rejeitando o acabamento de textura tradicional, ele prensou a quente a superfície do papel ainda úmido para torná-Io mais liso. [...]
A obra de Baskerville é identificada pelo uso generoso do espaço em branco incorporado dentro do layout e pela ausência de ornamentação desnecessária; ele confiava exclusivamente na tipografia para transmitir significado e sentido na composição. Inicialmente seus esforços foram criticados, muitos reclamando que o papel era muito liso e que a tinta era negra demais. Alguns reclamavam que o reflexo causado pelo papel limpo e brilhante feria os olhos. Infelizmente, Baskerville morreu antes de constatar que suas inovações na arte de imprimir e seu compromisso com a excelência eram amplamente aceitos pelo público em geral.
(História da tipografia – 04. Disponível em: http://www.carlosrighi.com.br/177/TIPOGRAFIA%2020102/Textos/ 01D%20Hist%C3%B3ria% 20da%20Tipografia.pdf. Acesso em 22 mar 2014).
Do excerto apresentado, é correto se depreender que:
1. O objetivo de Baskerville não era apenas a criação de tipos, mas uma nova apresentação do impresso, tendo em vista o leitor, por isso ele intervém também na textura do papel.
2. Baskerville reconhecia o caráter discursivo da tipografia, optando, nesse sentido, por uma linguagem mais simples e clara, sem excessos de ornamentação.
3. A aceitação pelo público das inovações implementadas por Baskerville demonstra como modificações, mesmo quando inicialmente rejeitadas por especialistas, podem alterar padrões anteriormente estabelecidos.
Assinale a alternativa correta.
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Em um projeto de editoração, “sangrar” significa:
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Leia o texto a seguir:
Em Brasília, ontem foi dia de discussões sobre o livro didático para o ensino fundamental/anos iniciais. Em audiência pública realizada pelo FNDE, foram estabelecidos os critérios e as inovações para o processo de inscrição e avaliação de obras dentro do Programa Nacional do Livro Didático – PNLD 2016 nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências e Arte. A escolha do formato PDF para os livros dos alunos causou certa celeuma na turma dos livros digitais. No grupo Amigos dos editores digitais no Facebook, por exemplo, houve uma ampla discussão sobre o tema. Muitos consideraram um retrocesso. No entanto, para a colunista do PublishNews, Gabriela Dias, a audiência pública pode ser considerada um avanço e que a universalidade do PDF faz algum sentido dentro do PNLD. “Eu entendo que as pessoas ficaram assustadas, mas há de se relativizar. O fato de o governo ter estipulado uma configuração mínima já pode ser considerado um avanço e o PDF, apesar de não ser o formato mais avançado, é o mais universal e portátil”, pondera.
O livro digital em formato mais flexível ficou somente para o manual dos professores. “Isso também faz sentido já que estamos falando de alunos da faixa etária de 6 a 10 anos e há dúvidas pedagógicas se é positivo ou não entregar um tablet nas mãos de crianças dessa idade”, comenta Gabriela. A especialista observa ainda que há outro avanço no PNLD 2016. Antes, era exigida a paridade entre livro digital e o impresso, ou seja, nos dois formatos, os títulos deveriam ter o mesmo conteúdo, formato e até paginação e isso foi abolido.
(MEC dá diretrizes para livros didáticos e cria polêmica. PublishNews, 22/01/2014 – Disponível em: http://www.publishnews.com.br/ telas/noticias/detalhes.aspx?id=75719. Acesso em 02.04.14)
Com base em conhecimentos sobre projetos editoriais e no trecho acima, assinale a alternativa correta.
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Em um projeto editorial para impressão:
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Numere a 1ª coluna com base na informação da 2ª coluna, associado cada termo a sua definição.
( ) Mancha gráfica.
( ) Lauda.
( ) Sumário.
( ) Viúva.
1. Folha padronizada, de extensão variável, usada para facilitar a diagramação.
2. Último elemento pré-textual, deve iniciar-se sempre em página ímpar.
3. Espaço delimitado de impressão dentro de uma página.
4. Primeira linha de um parágrafo que fica isolada no final da página ou coluna.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na coluna, de cima para baixo.
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Leia o texto a seguir:
O projeto e o produto gráfico-editorial devem primar pela: (1) ergonomia visual, que trata do planejamento estético; (2) ergonomia cognitiva, que trata do planejamento simbólico, visando garantir boas condições de leitura e interpretação da semântica gráfico-visual e do conteúdo verbal do produto editorial; (3) ergonomia funcional, que trata da acessibilidade e da usabilidade na interação entre os usuários e o produto gráfico-editorial. Entretanto, esses três parâmetros não são independentes entre si.
O projeto gráfico-editorial, portanto, caracteriza-se como um processo integrador, buscando a configuração mais eficiente que proponha a melhor solução para cada parâmetro ergonômico, sem que nenhum seja obstáculo para a eficiência dos outros.
(CASTRO, L. P.S.; SOUSA, R.P.L. A tipografia como base do projeto gráfico-editorial. Disponível em: right.ava.ufsc.br/~grupohipermidia/ graphica2013/trabalhos/A%20TIPOGRAFIA%20COMO%20BASE%20DO%20PROJETO%20GRAFICO%20EDITORIAL.pdf. Acesso em 12 mar 2014.)
Com base no texto, é correto afirmar sobre o projeto gráfico editorial:
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Leia o texto a seguir:
Na segunda metade do século XVII surgem as primeiras revistas científicas (Meadows, 1999). Esse tipo de publicação foi fruto de exigências da comunidade científica, que necessitava cada vez mais circular os resultados de observações e experiências empíricas, que passaram a ser impressos, para ser avaliados pelos pares dessas pesquisas. No ano de 1665 foram lançados dois periódicos: o Le Journal des Sçavans, produzido na França, e o Philosophical Transactions, publicado pela Royal Society de Londres – dando origem ao sistema de revisão de pares, hoje tão usual e importante para a atividade científica (Stumpf, 1996; Meadows, 1999).
Em resumo, na própria origem da ideia de universidade, notadamente aquela inaugurada na modernidade, e também na origem da necessidade da disseminação da produção científica, estão coladas a atividade editorial e a de publicação. (MARQUES NETO, J.C.; ROSA, F. G. Editoras universitárias: academia ou mercado? Reflexões sobre um falso problema. In: BRAGANÇA, A.; ABREU, M. Orgs. Impresso no Brasil – dois séculos de livros brasileiros. São Paulo: UNESP, 2010, p. 334.)
O texto acima aponta uma característica que perdura na política editorial de periódicos científicos produzidos em âmbito acadêmico, que é:
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