De acordo com Silva Júnior (2002), no âmbito da reforma educacional (Governo FHC), “[...] o ensino médio, ao contrário do que dizem os reformadores, tende a acentuar as desigualdades sociais, em vez de possibilitar a equidade, conformando cada indivíduo em sua divisão social: a educação pública nunca fora tão perversa. No âmbito do mercado de serviços possibilita um espaço enorme para a privatização da esfera educacional no ensino médio. Mas para todas as divisões sociais, radicalizando as desigualdades, as políticas para o ensino médio estão formando o cidadão do século XXI, como propõe o Relatório Delors”: