Desde os anos 1960, no Brasil, tem início um processo de erosão das bases de legitimação do ethos tradicional do Serviço Social, propiciando uma renovação e um pluralismo capazes de evidenciar a dimensão político-ideológica da prática profissional, abrindo a possibilidade de emergência de uma vertente crítica, caracterizada por Paulo Netto (2005), como a vertente de “intenção de ruptura”. Em relação à prática desta vertente, é correto afirmar que: