Acerca do Ensino de Filosofia, cita Favaretto (1993): “Ensinar Filosofia: mas qual Filosofia? Em que consiste a especificidade do filosófico? E, se não há conteúdos básicos e métodos fixados, o que deve ser considerado o mínimo necessário para realizar uma suposta especificidade em termos de ensino?”. Nesse sentido, as provocações fazem nexos com as implicações do Ensino Filosófico e vai problematizar as injunções da atividade filosófica, antes mesmo da questão do conteúdo, procedimentos e estratégias, ou seja, o professor de filosofia precisa definir para si mesmo o lugar de onde pensa e fala. Conforme pensa este autor, e neste contexto do Ensino de Filosofia, analise os itens atentamente:
I – A História da Filosofia, uma vez articulado à competência e ao interesse do professor de filosofia – “aquele que ensina” – não precisa da insistência de se focalizar o que é relevante a ser ensinado, tendo em vista aquele mínimo de especificidade filosófica.
II – Não é necessário levar em conta o estágio de desenvolvimento psicológico e a inserção cultural dos adolescentes (por exemplo) se a competência do professor for superior a tal trama social.
III – A rarefação intelectual, conforme um estilo rebuscado ou espécime de mito da “atividade” filosófica, de diluição pedagógica e apressada crítica à escolarização, enfim, não compromete as experiências dos discentes, uma vez que eles são desafiados exatamente por tal estilo.
IV – Parece plausível ver o valor formativo da Filosofia, uma vez resguardadas as propaladas críticas do ofício filosófico na Instituição Escolar: educar para a cidadania! Todavia, formação mais que apresenta ao discente “objetos” para aprender, tanto quanto contribui para o seu espírito possível.
Assinale a opção correta: