Seu modelo progressista de cidade tinha na verticalidade, na integração com a natureza e na industrialização massiva de componentes seu caminho para a construção da modernidade. Considerava que os progressos técnicos permitiriam transplantar a civilização urbana para o campo e, por conseqüência, devolver a natureza ao coração das cidades. Seu autor é considerado por Leonardo Benévolo (1998) como um dos “mestres do movimento moderno” e respeitado teórico e professor de arquitetura. Estamos nos referindo a: