No Brasil, o termo teatro pós-dramático, defendido por Hans-Thies Lehmann, ganhou enorme força e espaço nos estudos das artes cênicas, este “conceito” refere-se, nos dizeres de Lehmann a um teatro pós brechtiano, para este teórico, boa parte do que foi produzido dos anos 60 até os dias de hoje se enquadraria nesta “categoria”, no entanto a teórica Josette Féral discute a nomenclatura proposta por Lehmann, sugerindo uma nova terminologia para definir o mesmo “estilo” teatral descrito no livro “Teatro Pós-Dramático”, este termo é: