Representando o auge do apresamento de cativo guarani, o surto bandeirante de 1620-41 relaciona-se muito mais ao desenvolvimento da economia do planalto do que – como a maioria dos historiadores paulistas tem colocado – à demanda por escravos no litoral açucareiro.
(John Manuel Monteiro, Negros da terra:
índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo:
Companhia das Letras, 1994, p. 76)
A partir do excerto, é correto considerar que