Segundo a historiografia, de 1822 a 1865, a sua população era formada por poucos milhares de afro-americanos, sendo que, aproximadamente, 400 deles eram afroantilhanos de Barbados que se fixaram em um pequeno centro interiorano, cerca de 200 quilômetros da capital. Havia ainda por volta de 5 mil escravos recapturados, na sua maior parte originários do Congo. Em resumo, o que dava o tom era o fato de ter sido iniciada “uma sociedade de colonização americana” que contava com grande número de imigrantes “forçados e espontâneos”. Em 1847, tornou-se independente da American Colonization Society. Quanto à estrutura política, firmava-se francamente inspirada nas instituições norte-americanas.
(Leila Leite Hernadez, A África na sala de aula: visita à história
contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008, p. 323. Texto adaptado)
O excerto trata