Rolim (2013) destaca que, apesar dos avanços legais
instituídos pela Constituição de 1988 e pelas Leis Orgânicas
da Saúde, a efetivação da participação popular no Sistema
Único de Saúde (SUS) ainda enfrenta desafios práticos,
relacionados tanto às condições objetivas de exercício da
cidadania quanto às contradições históricas do controle
social. Considerando essa análise, propõe-se que as tensões
que envolvem o controle social no contexto da gestão
participativa em saúde se devem à/ao: