Historicamente, as pessoas com deficiência foram aviltadas em seus direitos, a partir de uma narrativa patologizante e individualizante. Por serem consideradas não produtivas, eram segregadas em instituições totais, sem direito a usufruir de uma vida comunitária. Com o avanço da Política de Saúde Mental, no Brasil, o paradigma da institucionalização passou a ser questionado, dando lugar a uma concepção integradora, em que era preciso preparar a pessoa com deficiência para o convívio e participação social. Foram então criados serviços que pudessem fazer esse trabalho, como