Mulher de 67 anos, com histórico de hipertensão, diabete tipo 2 e insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, classe funcional III, em uso de furosemida (20 mg/dia), aspirina (100 mg/dia), atorvastatina (80 mg/dia), metformina 2 000 mg/dia), lisinopril (40 mg/dia) e carvedilol (12,5 mg de 12/12 horas), é atendida com queixa de piora da dispneia aos esforços nos últimos 3 meses. Não há dor precordial. Ao exame físico: frequência cardíaca: 55 bpm; pressão arterial: 145 x 85 mmHg; oximetria com saturação de 96%; ausculta pulmonar com crepitações em bases; ritmo cardíaco regular, sem bulhas acessórias; há turgência venosa jugular a 45º (2+/4); não há edema de membros inferiores. Exames séricos: sódio: 140 mEq/L, potássio: 4,0 mEq/L, creatinina: 1,3 mg/dL; hemoglobina: 10,8 g/dL; glicemia normal.
Além de aumentar a dose de furosemida, o próximo passo recomendado é