Sobre a presença das lesões músculo-esqueléticas e cardiovasculares no cotidiano do ensino de dança, sabe-se que:
na dança contemporânea, as lesões mais prevalentes são de punho, pois os dançarinos acabam por estressar essas estruturas ao ter que diminuir os impactos dos saltos que os levam da própria altura ou de saltos verticais em direção ao chão.
no forró, deve-se estar atento ao preparo cardiorrespiratório, pois essa dança se feita de modo contínuo e vigoroso, por longo tempo, pode acabar provocando alterações em quem tiver alguma doença cardíaca.
na dança do ventre, os professores devem estar atentos para o uso adequado e o fortalecimento dos ombros, pois faz-se constantemente um apoio destes segmentos no chão, para o manejo do facão e dos véus.
no balé, o uso da sapatilha de ponta pode ser indicado a partir dos 05 anos em diante, desde que haja força suficiente nos membros inferiores e que a estabilidade do tronco seja baixa, para não comprometer os saltos e nem enrijecer o corpo como um todo.
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