Com relação à história da Gestão do Esporte no Brasil, Moraes (2020) argumenta que, entre 1909 e 1939, “apesar de existirem práticas gerenciais, a Gestão do Esporte ainda era improvisada e amadora, devido a não profissionalização dos gestores, membros da elite que tratavam o esporte como uma forma de diversão/lazer e não como uma profissão ou negócio” (MORAES, I. F. Organização e gestão esportiva. Curitiba: Fael, 2020. p. 123).
Baseado nessa informação, podemos destacar como atleta olímpico(a) e incentivador(a) da Gestão do Esporte naquele período no Brasil: