Texto II
É a partir de marcas que a maioria das pessoas não consegue enxergar!$ ^{a)} !$ que um sistema de identificação simples, fácil, rápido, econômico e extremamente preciso tem início. Com ampla aplicação nas áreas civil e criminal, que pode ajudar na pesquisa de patologias e comportamento humano, como também identificar crianças desaparecidas e colocar criminoso na cadeia o papiloscopista trata de identificação humana através de!$ ^{b)} !$ papilas dérmica, utilizando-se do estudo das impressões digitais (a datiloscopia), e que está completando 104 anos de função no Brasil.
Apesar de regulamentada no País desde 5 de fevereiro de 1903, a profissão aqui não é popular. Em Mossoró há apenas um profissional habilitado, que é lotado na delegacia da Polícia federal. Preferindo não se identificar por questão de segurança, o papiloscopista federal atuante na cidade teve o trabalho amplamente divulgado nas últimas semanas, após ser responsável pela apresentação do exame que incriminou Kleyton Alves da Silva como autor do homicídio da jovem Iziana Paula, ocorrido no dia 27 de novembro de 2007.
O perito disse que, para se especializar na área, ele primeiramente prestou concurso público para o cargo e, em seguida, foi submetido a curso rigoroso e eliminatório na Academia Nacional de Polícia, com duração de cerca de quatro meses. "Trabalho com papiloscopia desde 2004, quando fiz o curso da Polícia Federal. De lá pra cá, tenho sempre buscando me reciclar indo para Natal participar de ações da equipe da capital para estar sempre em contato com o serviço", ressaltou.
A importância da profissão reside no fato de que é responsabilidade dos que nela atuam organizar toda a base civil de impressões digitais,isto , guardar e arquivar todas as impressões dos dez dedos de cada cidadão que, por algum motivo, precise da PF, seja para adquirir um passaporte ou mesmo após ser arrolado como participante de investigações. Ao trabalhar com a identificação humana, normalmente por meio das digitais, é possível se identificar qualquer pessoa pelos dedos e palma da mão e pelas marcas dos pés.
É uma mão-de-obra altamente qualificada. Na PF, o cargo de papiloscopista é visto como uma função extremamente necessária como conclusão de investigações diversas. Para se obter o êxito hoje apresentado, os profissionais foram qualificados em cursos na França e nos Estados Unidos, junto ao FBI. Pra unir as informações das peritos em todo país, em 2003, o Departamento de Polícia Federal (DPF) implantou o Sistema Automatizado de Impressões Digitais (Afis), a mais cara aquisição do departamento. O sistema Afis faz análise de Impressões digitais e tem aplicação funcional junto a estrangeiros e também relatos criminais.
Seja na identificação de civis (estrangeiros) ou criminalmente; seja elaborando laudos periciais papiloscópicos ou participando de projetos de pesquisa em áreas como a genética, o papiloscopista tem se revelado um profissional imprescindível para o futuro da segurança pública. Assim, sempre que necessário, para solucionar crimes, designar a real identidade de pessoas, pode ser consultado este arquivo.
Ainda com relação ao texto II, assinale a alternativa incorreta.