Sob a perspectiva de CHAGAS e NASCIMENTO JUNIOR, a construção, na contemporaneidade, de uma política museal democrática e de interesse público precisa considerar a museodiversidade brasileira, bem como as reflexões, os debates, as práticas e as poéticas características desse universo em expansão. A aceitação dessa afirmação implica também a aceitação de que uma política pública de museus no Brasil de hoje está colocada diante de pelo menos sete desafios. É um desses desafios: