Paciente feminina de 30 anos, com antecedente de trauma raquimedular torácico aos 16 anos, foi avaliada em outro serviço que indicou cateterismo limpo intermitente. A paciente mesmo motivada, não conseguiu se adaptar ao tratamento, pois pelo nível de lesão (torácico alto), tem restrições motoras para manipulação uretral. No estudo urodinâmico apresenta bexiga com capacidade de 250 mL, pressão detrusora na capacidade cistométrica máxima de 50 cm/H2O, apresenta perdas por hiperreflexia com pressão de 65 cm/H2O e não consegue desencadear micção. Como conduzir o caso?