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Paciente feminina de 30 anos, com antecedente de trauma raquimedular torácico aos 16 anos, foi avaliada em outro serviço que indicou cateterismo limpo intermitente. A paciente mesmo motivada, não conseguiu se adaptar ao tratamento, pois pelo nível de lesão (torácico alto), tem restrições motoras para manipulação uretral. No estudo urodinâmico apresenta bexiga com capacidade de 250 mL, pressão detrusora na capacidade cistométrica máxima de 50 cm/H2O, apresenta perdas por hiperreflexia com pressão de 65 cm/H2O e não consegue desencadear micção. Como conduzir o caso?
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Criança masculina de 6 anos de idade vem trazida pelos pais com história de urinar na cama. Esta criança parou de usar fralda (diurna e noturna) aos 3 anos de idade, não apresenta sintomas diurnos, nunca teve infecção documentada ou sintomática do trato urinário e passou a apresentar esses episódios de micção noturna após nascimento do irmão mais novo. Exame físico geral sem alterações. Assinale a indicação correta.
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Paciente feminina de 65 anos de idade, na pós-menopausa, com queixa de perdas urinárias aos esforços e por urgência, realiza estudo urodinâmico que revela perdas urinárias aos esforços e por hiperatividade, com respectivas pressões de 110 cm/H2O e 30 cm/H2O.
Entre as opções de tratamento, qual é a escolha correta?
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Paciente feminina com 30 anos de idade, nulípara com desejo de ainda ter filhos, apresenta incontinência urinária de esforços; realizou estudo urodinâmico que revelou incontinência urinária de esforços com valor de pressão de perdas avaliado em 45 cm/H2O. Não foram detectadas contrações vesicais involuntárias no estudo. Qual é a melhor forma de tratá-la?
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Paciente feminina de 60 anos, já menopausada, com prolapso genital, apresenta episódio de retenção urinária sendo submetida a sondagem vesical de demora e encaminhada para urologista. Ao exame clínico, paciente apresenta prolapso pélvico que inclui útero, bexiga e parede anterior do reto, reduzível com manobra de compressão. A uretra tópica apresenta angulação devido ao prolapso, o que provavelmente é responsável pela retenção urinária. Como conduzir?
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Paciente masculino de 67 anos, em acompanhamento por neoplasia prostática há 4 anos. Ao momento do diagnóstico, apresentava PSA 59 ng/mL, toque com próstata de 40 gramas, nódulos bilaterais, biópsia Gleason 7 (4+3) ISUP 4 bilateralmente. Estadiamento a distância negativo. Paciente declinou tratamento radical naquela época, após orientações quanto a chance de cura com tratamento cirúrgico exclusivo e possibilidade de sequelas nas esferas de continência urinária e potência sexual. Foi realizada radioterapia seguida de hormonioterapia (indução com antiandrogênicos periféricos seguida de análogos LH-RH). O nadir do PSA ficou ao redor de 4,2 ng/mL. Nos últimos três exames com intervalos semestrais, notou- se elevação, com o PSA atual em 12 ng/mL. Qual é o próximo passo?
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Paciente masculino de 60 anos, aposentado por invalidez secundária à doença pulmonar por sequela de exposição a amianto, dependente de O2, realiza controles periódicos de rotina e é diagnosticado com neoplasia prostática nas seguintes condições: toque próstata de 40 gramas com nódulo em ápice do lado direito, PSA 7,5 ng/mL, biópsia Gleason 7(4+3) ISUP 4 nas regiões apical e média direitas. Tomografia e cintilografia óssea com baixa possibilidade de acometimento secundário. Como tratar este paciente?
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Paciente masculino de 59 anos apresenta retenção urinária e é submetido à sondagem vesical de demora um mês antes da consulta. Ao exame físico, apresenta próstata de volume aumentado (50 gramas), com nódulos bilaterais, porém ainda móvel. Traz os seguintes exames: PSA 47 ng/mL, ressonância multiparamétrica de próstata evidencia lesões PIRADS 5 bilaterais com sinais de extensão além cápsula prostática. Estudo fica em dúvida quanto a acometimento linfonodal pélvico. Biópsia de próstata revela adenocarcinoma ISUP 5 (Gleason 5+4) em todos os fragmentos amostrados. PET PSMA descarta doença sistêmica. Como tratar este paciente?
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Paciente masculino 90 anos comparece para consulta após apresentar episódio de retenção urinária na semana anterior. Foi possível sondagem vesical com dificuldade (foram realizadas várias tentativas). Na avaliação de pronto socorro, foram colhidos os seguintes exames: PSA 759 ng/mL, ureia 90 mg/dL, creatinina 1,8 mg/dL. Ultrassonografia mostra ureterohidronefrose bilateral, bexiga não caracterizada (estava vazia pois paciente se encontrava com sonda vesical de demora). Ao exame de toque, pelve congelada. Deve-se indicar
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Paciente masculino de 50 anos, com antecedente de incisão endoscópica de colo vesical por Síndrome de Marion, comparece para exames periódicos prostáticos. Sem queixas urinárias. Ao toque apresenta próstata pequena, sem nódulos. PSA 3,5 ng/mL. Urina I / Urocultura sem alterações. PSA anterior era 0,6 ng/mL. Como conduzir?
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