Ao discutir criticamente a relação entre a organização do trabalho pedagógico e a avaliação, Freitas (1995, p. 254) afirma que a avaliação, contraditoriamente, “encarna os objetivos seletivos reais da escola capitalista e não apenas os objetivos instrucionais [...]”. Nessa perspectiva, entende-se a respeito do processo de avaliação que