De acordo com o Guia Brasileiro de Produção e Manutenção
de Animais de Laboratório (CONCEA, 2023), a autoclavação é
um dos métodos mais seguros para esterilização de resíduos
sólidos e insumos em biotérios, devendo ser validada para
cada tipo de carga. Em biotérios de alta barreira, como SPF
(Specific Pathogen Free) e germ-free, os parâmetros de tempo
e temperatura variam conforme o status sanitário e o tipo de
material. Diretrizes internacionais da FELASA (Europa) e da
AALAS/IACUC (EUA, 2025) reforçam que ciclos mais longos ou
temperaturas mais altas são necessários para garantir esterilidade
absoluta e manter a barreira gnotobiótica. No contexto das rotinas
diárias de um biotério, técnicos precisaram revisar os protocolos
de descarte e esterilização de resíduos sólidos. Considerando as
normas brasileiras e internacionais de biossegurança, pode-se
afirmar que: