Caso clínico para a questão.
Um paciente de 42 anos de idade é trazido ao pronto-socorro por quadro de agitação, de confusão mental há 24 horas, tremores, náuseas, calafrios e cefaleia. Nega febre, tosse, dispneia, perda da consciência, sangramentos e outras queixas. Antecedentes pessoais: etilista (1 L/dia de destilados há 15 anos e última dose há 2 dias), DMinsulino-dependente, HAS. Ao exame físico, apresenta: mau estado geral, diaforese, fácies ansiosa, marcha atáxica, ausência de sinais meníngeos, tremores, Glasgow = 14 (O4/V3/M5), flapping, auscultas cardíaca e pulmonar normais, abdome semigloboso, presença de semicírculo de Skoda, temperatura axilar de 38,5 oC, pressão arterial de 156 mmHg x 88 mmHg, frequência cardíaca de 106 bpm, saturação de oxigênio de 96% e glicemia capilar de 295 mg/dL.
Na situação apresentada, considere que, após solicitação dos exames iniciais, tenha sido iniciada a administração de antitérmico, antibioticoterapia empírica e lorazepam. Nesse caso, assinale, respectivamente, a conduta adicional mais adequada e a sua justificativa fisiopatológica.