“A institucionalização da modernidade, a complexa manobra de transformações e recalques que exigiu do universo simbólico dominante, produziu uma esquisita situação. [...] O ingresso dos objetos modernos na história da arte não se fez sem profundas acomodações do terreno. Mas ocorreu, é um fato consumado. Aquele material em princípio ‘inaceitável’ foi enfim submetido ao mesmo processo sublimante e, tanto quanto as obras do passado, transformou-se em Figuras Ideais” (BASBAUM, 2001, p. 205). A situação descrita no fragmento textual é conhecida como: