Como na maioria das profissões, a ética deve estar na essência do profissional. Neste sentido, o código de ética orienta o tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa em sua atuação. Com base nas orientações discutidas e aprovadas no II Encontro Nacional de Intérpretes organizado pela Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (FENEIS), em 1992, que gerou um Código de Ética, observe as afirmativas a seguir e depois escolha a alternativa correta.
I. O intérprete não precisa considerar sempre os diversos níveis da Língua Brasileira de Sinais, bem como da Língua Portuguesa. Tudo depende dos contextos em que se dará a interpretação.
II. O intérprete deve estar pronto a aprender e aceitar novos sinais, se isso for necessário para o entendimento do surdo.
III. O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando inferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo de surdos a fazê-lo.
IV. O intérprete deve reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes, quando necessário.
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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