Na ergonomia cognitiva aplicada à criança com TEA, a estruturação física do ambiente (uso de anteparos visuais, redução de ruídos, organização espacial clara) visa diminuir a
carga de processamento e facilitar a discriminação do que é
relevante. Do ponto de vista da Análise do Comportamento,
essas modificações ambientais funcionam primariamente manipulando os: