A linguagem de textos, por exemplo, vem explicitando aspectos altamente relevantes do funcionamento das línguas, desde o início da década de 1960, e vem mostrando que a recepção e a emissão de textos se fazem graças a recursos linguísticos e a recursos extralinguísticos também. É pena que, mais de quarenta anos depois, ainda haja tantas escolas “enganchadas” no estudo da gramática, como se ela, sozinha, bastasse. [...] Em termos gerais, podemos dizer que estudar mais que gramática leva a procurar explorar o conhecimento de outras áreas, de outros domínios e assumir a certeza de que, ao lado do conhecimento da gramática, outros são necessários, imprescindíveis e pertinentes.
(ANTUNES, 2015. pp. 64-65)
Nos termos citados do excerto, pode-se afirmar que o uso da expressão destacada: