Alguns analistas de sua obra o criticam pelo seu economicismo. Sua obra Formação do Brasil contemporâneo revelaria este economicismo já em sua estrutura: ela se divide em três seções básicas, cuja disposição revela a prioridade da infraestrutura como instância determinante na análise – povoamento, vida material, vida social. O seu economicismo apareceria, portanto, na própria disposição do tema – essa segmentação do texto não serve apenas para facilitar a exposição, mas é um recurso de aprofundamento radical do recorte analítico.
(José Carlos Reis, As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC.
Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1999, p. 177. Texto adaptado)
O excerto faz referência a