A nova classificação das epilepsias da ILAE (2017) e os avanços na genética exigem precisão diagnóstica para a escolha terapêutica, especialmente em encefalopatias epilépticas e do desenvolvimento. Sobre as síndromes genéticas e o tratamento medicamentoso, analise as afirmativas a seguir:
I. A Síndrome de Dravet é frequentemente associada a mutações no gene SCN1A (canal de sódio), sendo o uso de bloqueadores de canais de sódio como carbamazepina e fenitoína contraindicado, pois podem exacerbar as crises.II. A epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) responde bem ao valproato de sódio, mas em mulheres em idade fértil deve-se preferir alternativas como lamotrigina ou levetiracetam devido ao alto risco de teratogenicidade do valproato.
III. Na Síndrome de Lennox-Gastaut, o eletroencefalograma interictal caracteriza-se tipicamente por descargas de ponta-onda generalizadas a 3 Hz e a droga de escolha inicial é a etossuximida.
Está correto o que se afirma em: