Uma mulher com 42 anos, história de dispnéia progressiva e edema de membros inferiores deu entrada no consultório do cirurgião cardiovascular. Há 1 ano ela foi submetida a transplante hepático (por cirrose de origem criptogênica). Durante a anamnese, outros dados são descobertos: febre com sudorese noturna, perda de peso de 5 kg no último mês, tosse seca diária sem outros comemorativos. O hepatologista solicitou há 2 semanas um ecocardiograma transtorácico onde foi encontrado tumoração de 3.0 x 5.8 cm ocupando o átrio direito. Há também derrame pericárdico moderado sem sinais obstrutivos. Qual é o diagnóstico mais provável?