A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é definida como um serviço de área crítica, destinado a pacientes que apresentam condições graves e/ou risco de morte, e demandam uma assistência contínua, para que tenham possibilidade de recuperação. O avanço da tecnologia, da ciência e a interação multidisciplinar têm contribuído na sobrevida dos pacientes críticos. No entanto, durante o período de internação, grande parte desses pacientes necessita de aportes de cuidado como sedação, ventilação mecânica, imobilidade prolongada, dentre outros, que podem favorecer deficits neuromusculares e cognitivos.
(Silva, et al. 2019.)
De acordo com a Resolução nº 7/2010, do Ministério da Saúde (Brasil), que dispõe acerca dos recursos assistenciais para funcionamento da UTI, o terapeuta ocupacional está previsto como profissional que compõe a equipe multiprofissional. A intervenção terapêutica ocupacional junto a pacientes hospitalizados propicia: