A dor na coluna é um sintoma muito comum, experienciado por pessoas no mundo inteiro, pode ser classificada como específica ou inespecífica, e essa diferenciação é parte crucial da avaliação fisioterapêutica. A dor específica na coluna pode ser oriunda de alguma lesão grave, de modo que deve ser diagnosticada e tratada apropriadamente ou encaminhada para outro profissional de saúde adequado, já que o tratamento fisioterapêutico pode agravar a condição clínica do paciente em alguns casos. Em contrapartida, a dor inespecífica na coluna não tem uma fonte de dor identificável com precisão, a dor pode ter origem em qualquer uma das principais estruturas inervadas na área da coluna (articulações facetárias, ligamentos, músculos, discos intervertebrais), ou, ainda, pode não ter origem biofísica, podendo ser provocada por fatores psicológicos ou sociais. Diante dessa afirmativa, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da patologia descrita.
“É definida como um estreitamento do canal espinal ou foraminal, as causas mais comuns desse estreitamento são alterações degenerativas, como osteoartrose facetária, hérnia discal extrusa e hipertrofia do ligamento flavum (ligamento amarelo). A apresentação clínica é caracterizada por dor ou desconforto durante a marcha, associada ou não à claudicação (claudicação neurogênica), ou períodos prolongados em ortostase. Os sintomas podem irradiar para uma ou ambas as pernas e são aliviados com repouso e/ou flexão lombar e, o diagnóstico é feito com base na combinação de achados clínicos e radiológicos.”