O Código de Ética de 1993 dá um salto significativo, em sua “opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação-exploração de classe, etnia e gênero”, mas, na prática, essa abordagem, que considera as dimensões de gênero, etnia, geração e orientação sexual, fica inviabilizada.