De acordo com os PCNs, tomar o texto como “a unidade básica do ensino” possibilitaria:
ainda, ao optar por essa forma de tratamento dos textos, os educadores estariam assumindo a ideia de que linguagem fundamenta-se na expressão do pensamento, sendo que o estudo do texto não segue padrões fechados, que só permite uma interpretação, e sim que há uma variedade de leituras possíveis que se constroem na co-interação leitor-texto.
a discussão/produção de textos de maneira a dar espaço às diferentes vozes que emergem em uma sala de aula, entendidas como representativas de realidades socio-históricas distintas e que, portanto, devem ser vistas e respeitadas como tais.
um ensino pautado na concepção de linguagem como instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passariam a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos.
vincular-se aos padrões rígidos de estruturas linguísticas, a fim de favorecer um ensino com base na concepção de língua como relação entre um eu e um outro, situados sócio-historicamente, fazendo jus ao que fundamental as Orientações Curriculares para o Ensino Médio.
a inserção do aluno ao contexto de produção e circulação de diversos gêneros textuais, com vista ao favorecimento de um ensino fundamentado em teorias que concebem a língua como sistema de signos
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