Bernard Charlot (2013), com base em referenciais filosóficos e antropológicos, levanta questões pedagógicas e epistemológicas para conduzir sua reflexão sobre o por quê alguns alunos aprendem e outros tantos não.
Ele indaga: “Qual tipo de olhar, qual tipo de abordagem permitem entender o que está acontecendo na história escolar de uma criança, seja na própria sala de aula, seja no mundo externo? A questão central, inclusive quando se trata de política educacional, é a seguinte: o que se tem que fazer para aprender alguma coisa?” B. Charlot, assim como T. Weisz (2006) e A. Zabala (1998), desafiados por essa questão apoiam-se em teorias sociológicas, antropológicas, psicogenéticas, e em reflexões sobre práticas pedagógicas, chegando à conclusão de que só aprende quem