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Um paciente de 74 anos de idade, em tratamento de hemodiálise há cinco anos, sedentário, apresenta diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e miocardiopatia dilatada. A respeito desse paciente, ainda é importante que se considere os dados da tabela a seguir.
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Dados antropométricos |
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Peso seco |
59,8 kg |
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Estatura |
1,63 m |
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Índice de massa corporal – IMC |
22,5 kg/m² |
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Índice de massa muscular esquelética – IMME |
6,15 kg/m² (avaliado por bioimpedância) |
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Resultados de exames laboratoriais |
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Albumina |
3,7 g/dL |
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Hematócrito |
27,6% |
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Hemoglobina |
9,11 mg/dL |
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Creatinina sérica |
7,5 mg/dL |
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Ureia |
87 mg/dL |
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Ureia pós-sessão de diálise |
39 mg/dL |
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25-hidroxivitamina D |
10,8 ng/dL |
Quando investigados os dados da ingestão nutricional, ocorreu a seguinte distribuição: energia = 22 kcal/kg de peso/dia; e proteína = 0,96 g/kg de peso/dia. Quando analisada a distribuição de proteínas por refeição, o paciente apresentou: 9,9 g no café da manhã; 18,6 g no almoço; 5,1 g no café da tarde; 16,4 g no jantar; e 5,8 g na ceia. Ele é considerado sarcopênico grave, uma vez que demonstra redução da massa muscular, diminuição da força muscular e redução do desempenho físico.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma série de condições secundárias à uremia e ao tratamento dialítico pode contribuir para o aumento do gasto energético de repouso nos pacientes com doença renal crônica, e esses fatores estão fortemente associados ao aumento do catabolismo proteico.