“ (...) há a compreensão de que a cultura visual enfatiza experiências diárias do visual e move, assim, sua atenção das belas artes ou da cultura de elite para a visualização do cotidiano. Além disso, ao negar limites entre arte de elite e formas de arte populares, a cultura visual faz de seu objeto de interesse os artefatos, tecnologias e instituições da representação visual (...).”
DIAS, Belidson. IN: BARBOSA, A. M. Arte/Educação contemporânea:
consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005, p. 281.
A partir do excerto, é possível afirmar: