O trabalho infanto- juvenil no Brasil é um dos problemas mais graves que possuímos. É responsável pelo abandono escolar justamente daqueles que mais necessitariam de uma escolarização mais longa. Jovens que não possuem umacúmulo de anos de estudo e entram no mercado de trabalho mais cedo, exercem atividades que exigem pouca ou nenhuma formação, o que pode vir a comprometer o seu futuro e de seus descendentes (Ana Paula Corti,et al. Caderno de Reflexões – Jovens de 15 a 17 Anos no Ensino Fundamental. Brasília: Via Comunicação. 2011, p. 40).
Em relação ao mundo do trabalho, dadas as afirmativas seguintes,
I. Menos escola e mais trabalho é quase um destino para quem fracassa e não demonstra os rendimentos educacionais necessários para permanecer em um fluxo escolar onde há coerência mais justa entre idade/série- ano.
II. Numa sociedade de passado escravista, em que o trabalho manual é destinado a uma população sequestrada de seus direitos mínimos, parece natural que o trabalho braçal nem sempre de menor qualificação e/ou menor remuneração seja destinado aos que não têm escola.
III. O trabalho infanto- juvenil encontra-se ainda mais naturalizado porque a família campesina é uma unidade produtiva e todos compõem a mão de obra a ser empregada na lavra da terra.
podemos considerar como verdadeira(s)