No contexto da política fiscal, pode-se sintetizar a matemática dos déficits e da dívida pública para acompanhar a evolução da razão dívida/PIB da seguinte forma:
\( {\large B_t \over Y_t} - {\large B_{t-1} \over Y_{ t -1}} = ( r-g) {\large B_{t-1} \over Y_{ t - 1} } + { \large G_t - T_t \over Y_t } \)
Aqui, as taxas são obtidas pela aproximação \( { \large ( 1 -r) \over (1 -g)} \cong ( 1 + r - g) \) todas as variáveis estão em termos reais e t indica o tempo: ano t. Também:
B t = dívida pública no final do ano t;
Y t = produto interno bruto (PIB.) do ano t;
r = taxa real de juros;
g = taxa de crescimento do PIB;
G t = montante de gastos do governo com bens e serviços durante o ano t;
T t = impostos menos transferências durante o ano t.
Y t = produto interno bruto (PIB.) do ano t;
r = taxa real de juros;
g = taxa de crescimento do PIB;
G t = montante de gastos do governo com bens e serviços durante o ano t;
T t = impostos menos transferências durante o ano t.
Dessa forma, é correto afirmar que menor será a razão dívida/PIB final quanto