Para definir infecção por SARS-COV-2, o paciente deve ter sintomas respiratórios graves e história de febre ou temperatura medida !$ \ge !$ 38° C e tosse, com início nos últimos dez dias. No entanto, a ausência de febre não exclui a infecção viral. É necessário, ainda, vínculo epidemiológico com a transmissão dentro de um período de 14 dias desde o início da doença no caso em consideração. Esse vínculo epidemiológico tem uma definição que vem sendo modificada, conforme a evolução da pandemia.
Sobre a classificação dessa doença, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Doença leve: pacientes com infecção viral do trato respiratório superior sem complicações, mas com sintomas inespecíficos, como febre, tosse, dor de garganta, congestão nasal, mal-estar, cefaleia, mialgias ou mal-estar. Idosos e imunossuprimidos podem apresentar sintomas atípicos. Esses pacientes não apresentam sinais de desidratação, sepse ou falta de ar.
( ) Doença moderada: pacientes com pneumonia e sem sinais de pneumonia grave.
( ) Doença grave: dividida em: I. Pneumonia grave: em adolescentes ou adultos: febre ou suspeita de infecção respiratória; além de frequência respiratória > 30 respirações/min; dificuldade respiratória grave ou SaO2 < 90% no ar ambiente; em crianças: pelo menos um dos seguintes sintomas: cianose central ou SaO2 < 90%; dificuldade respiratória grave (por exemplo, grunhidos, retrações intercostais torácicas ao respirar); incapacidade de se alimentar; letargia, inconsciência ou convulsões. II. SDRA: SDRA leve: 200 mmHg < PaO2/FiO2 ≤ 300 mmHg com PEEP ou CPAP !$ \ge !$ 5 cmH2O, 7 ou sem suporte ventilatório; SDRA moderada: 100 mmHg < PaO2/FiO2 !$ \le !$ 200 mmHg com PEEP !$ \ge !$ 5 cmH2O, 7 ou sem suporte ventilatório; e, SDRA grave: PaO2/FiO2 !$ \le !$ 100 mmHg com PEEP !$ \ge !$ 5 cmH2O; e, III. Sepse e choque séptico.
A sequência está correta em