A escola, desde há muito tempo, foi organizada em diferentes matérias, disciplinas, como forma de se trabalhar o saber acumulado da humanidade. Temos assim os currículos escolares que, pela tradição, são sinônimos das relações de conteúdos que o professor deve desenvolver para os alunos. O que se observou historicamente foi a crescente fragmentação do saber desenvolvido na escola. A partir de uma análise crítica, entende-se hoje que essa fragmentação não é acidental, mas proposital, ou seja, uma forma de tornar inócuo o que lá se aprende, já que não são estabelecidas relações entre uma coisa e outra, e o educando não sabe o que fazer com aquilo que foi ensinado. No entanto, todo processo de produção de conhecimento demanda um vínculo estreito com a totalidade.
(VASCONCELLOS, C. S. A construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 1999. p. 78.)
A educação, na perspectiva da totalidade, busca, EXCETO: