A sociedade brasileira passou a ouvir mais o termo bullying; a partir de 2009 esse tema tornou-se presente e discutido na mídia, mas em diversas ocasiões tem sido definido imprecisamente. Os alunos ficam boa parte de seu tempo dentro da escola, lugar que, sendo o primeiro local onde irão aprender a convivência com o outro fora de sua família, torna-se um local propício. É fato que o bullying, essa violência entre pares, não é apenas um acontecimento presente na escola, mas tem na escola, exatamente pela possibilidade de convivência entre iguais, uma maior propensão a acontecer. Sobre a prática do bullying, analise as afirmativas a seguir.
I. Assédio sexual e moral estão sendo generalizados e confundidos com o bullying – nem todas as violências que acontecem nas instituições educacionais devem ser enquadradas nessa nomenclatura, já que uma das atribuições mal interpretadas atribuídas ao bullying é de que trata-se de mais uma situação de violência.
II. Não é necessário um público para fortalecer o agressor, que atua longe dos olhares dos adultos, os quais, na maioria das vezes, interpretam essa atitude como normal para a idade. A violência é sutil e velada aos olhos do adulto e ocorre em menos de um minuto.
III. Entre as ações de bullying estão: perseguição, intimidação, xingamentos, disseminação de falsos rumores, caretas ou gestos, exclusão social ou isolamento, agressões físicas e discriminação física, social, racial, religiosa e sexual.
IV. O bullying escolar causa sofrimento, solidão, danos materiais, físicos, morais, cognitivos, depressão, automutilação e ideação suicida ao intimidado, que sempre reage às agressões. Outras consequências são indecisões comportamentais e atitudinais nos espectadores e insatisfação psicológica no agressor, além de ameaça ao desenvolvimento saudável de crianças e jovens, futuros adultos em todo mundo.
Está correto o que se afirma apenas em