Por si mesma, a partitura não é, portanto, música; é apenas uma representação simbólica – sem dúvida imensamente útil para o registro, previsão e comunicação, permitindo “fixar o texto musical” e repeti-lo, além de ajudar a “perceber sua estrutura e organização”. [...] A partitura, por si só, é música potencial, virtual, pretendida, mas não concretizada, pois, nas palavras de Schafer (1991, p. 307): “música é algo que soa. Se não há som, não é música”.
(PENNA, Maura. Música(s) e seu ensino. Porto Alegre: Sulina, 2008. Pág. 51.)
Considerando o exposto, pode-se afirmar que Penna (2008) faz a crítica à:
I. Primazia da música não notada em detrimento da música notada.
II. Noção de que ser músico ou saber música se relaciona à capacidade de ler uma partitura.
III. Histórica dicotomia entre música erudita e música popular.
Está correto o que se afirma apenas em