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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), de 2011, apontou que o Brasil tem mais de 1,7 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos fora da escola. É preciso entender o que está levando os adolescentes a interromper a trajetória escolar antes de ela chegar ao fim. Não dá pra ignorar que fatores externos à Educação – como trabalho, gravidez precoce, constituição de uma nova família, problemas de saúde etc. – impactam a permanência deles. A hipótese mais recorrente é a de que a pobreza forçaria o jovem a parar de estudar para ganhar dinheiro. Os dados do PNAD mostram que, entre os que têm renda familiar até dois salários mínimos, 17,6% deixaram os estudos, enquanto os que vivem em casas com ganhos superiores a seis salários mínimos a proporção cai para 4,7%. No entanto, diferentemente do que poderíamos supor, a maioria dos evadidos (61,7%) não estuda nem tem uma ocupação profissional. Em outro estudo, da Fundação Getúlio Vargas, 27,1% dos adolescentes evadidos alegaram necessidades de trabalho e geração de renda, 10,9% afirmaram ter dificuldade de acesso à escola e 40,3% admitiram falta intrínseca de interesse.
PADIAL, K. Presença Conquistada. Revista Nova Escola. n. 286, out. 2015. p. 60 (adaptado).
Segundo o texto, a evasão escolar estaria relacionada a
 

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