e acordo com BRUNNER-TRAUT, em relação ao relato histórico sobre a última ceia de Jesus com seus apóstolos, analisar a sentença abaixo:
Dentro do espírito da festa, em que Israel celebrava o seu resgate do Egito, Jesus apontou para sua morte iminente como sendo o início de uma nova aliança (1ª parte). Jesus não se precipitou em um destino cego, mas assumiu conscientemente a sua morte como expiação em lugar de muitos, segundo o prenúncio de Isaías 53, relativo ao servo de Deus (2ª parte).
A sentença está: