Grande parte do nosso Universo está em movimento. No espaço cósmico, os planetas giram em volta do sol. O nosso próprio planeta, a Terra, roda em torno do seu eixo — este é um exemplo que se repete em cada átomo, em que os elétrons giram em torno de um núcleo de prótons e nêutrons. Nesse cosmos em perpétuo movimento, os nossos corpos reagem de modo natural e instintivo às situações, por meio de movimento, e antes de se verbalizar qualquer resposta. Retraímo-nos, com medo, erguemos os braços de surpresa ou estendemo-los para abraçar alguém que amamos. Observando o que nos rodeia, verificamos a maravilhosa sucessão das estações e a inexorável evolução de cada vida, desde o nascimento, passando pela maturidade, até a velhice e a morte. A própria vida é movimento.
Jack Anderson. A dança. Editorial Verbo: Lisboa
e São Paulo, 1978, p.7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo à origem da linguagem da dança.
Embora os artistas de dança moderna, como Isadora Duncan, tenham se voltado para alguns aspectos primitivos do movimento, as observações da natureza e das estações do ano não afetaram a produção desses artistas.