As rebeliões representaram a mais direta e inequívoca forma de resistência escrava coletiva. Elas tornaram-se mais frequentes a partir do final do século XVIII.
(João José Reis, “Nos achamos em campo a tratar a liberdade”: a resistência negra no Brasil oitocentista. Em: Carlos Guilherme Mota, Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias. Adaptado)
Para João José Reis, o aumento da frequência de rebeliões escravas a partir do final do século XVIII, teve relação com